A palavra proibida que pode custar caro à sua operação financeira

Você pode ter tudo certo na sua operação financeira digital. Infraestrutura robusta, experiência do cliente impecável, conformidade regulatória em dia. Mas uma única palavra no nome da sua marca pode colocar tudo isso em risco.
E não estamos falando de um erro técnico, mas sim de um deslize de marketing: usar o termo “banco” indevidamente. Com a nova regulação do Banco Central, a escolha das palavras na apresentação comercial do seu serviço deixou de ser apenas uma questão de branding e passou a ser um tema jurídico. Sim, existe agora uma “palavra proibida” na sua operação, e usá-la sem licença pode ser o erro mais caro da sua história.
De acordo com o Banco Central, apenas instituições devidamente autorizadas a funcionar como bancos podem utilizar expressões como “banco”, “bancário”, “instituição financeira” ou quaisquer outras que induzam o consumidor a crer que está lidando diretamente com uma entidade do Sistema Financeiro Nacional. Isso inclui não apenas o nome da empresa, mas também domínio de site, materiais publicitários, aplicativos e redes sociais. O uso indevido pode gerar desde advertências e multas até a suspensão da operação.
Na prática, isso significa que chamar seu produto de “banco” sem ter a licença formal de uma instituição bancária configura infração. E o impacto vai além do jurídico. Além de colocar a operação em risco, pode gerar desconfiança no mercado, afastar investidores e inviabilizar o crescimento do negócio. O caminho seguro está na clareza e no posicionamento adequado. É aqui que entra o modelo White Label com infraestrutura regulada como a da Pagme.
Ao operar com a Pagme, sua empresa conta com uma Instituição Prestadora oficialmente autorizada pelo BC. A infraestrutura é completa e cobre todos os requisitos legais, operacionais e tecnológicos. Isso permite que você ofereça serviços como PIX, contas digitais e gestão financeira com a sua marca, mas sem a necessidade de se apresentar como um banco.
O segredo está em construir autoridade e credibilidade sem correr riscos desnecessários. Em um mercado cada vez mais rigoroso, quem domina os detalhes da regulação sai na frente.
Se a sua marca quer entrar no setor financeiro com segurança e inteligência, fale com quem entende do assunto.



