Infratech financeira que transforma negócios

Incorpore um conjunto abrangente de serviços bancários ao seu negócio, proporcionando experiências excepcionais e personalizadas para atender às demandas de seus clientes

Ajudamos você a construir ou acelerar o seu negócio em uma plataforma financeira completa! 

Conta Digital

Pagme é uma plataforma completa para sua empresa criar, operar e oferecer a experiência de um banco digital para quem, como e quando você quiser.

API'S

Integre um portfólio de serviços bancários ao seu negócio e ofereça as melhores experiências, de acordo com as necessidades dos seus clientes.

White Label

Através da Licença e Plataforma da Pagme você pode ancorar sua operação financeira sabendo que todos o compliance e regulatório está sendo atendido

Emissão de CCB

Emita Cédula de Crédito Bancário (CCB), atráves de nossa plataforma ou API, definindo garantias, taxas e prazos. Você pode emitir CCBs sem custo fixo mensal. 
 

Simplifique suas transações com o PIX: Pagamentos instantâneos, seguros e convenientes em um único toque!

Potencialize seus negócios com nossa plataforma de tecnologia de ponta para PIX, simplificando pagamentos instantâneos e impulsionando sua empresa para o futuro financeiro.

Todas as soluções para você se tornar uma conta digital e otimizar receitas sem perder tempo!

Através da Pagme você pode oferecer:


  • Conta Digital
  • Conta Escrow
  • Saldos e Extratos
  • PIX
  • Envio e Recebimento de TED
  • Emissão de Boletos
  • Transferências entre Contas
  • Saques e Depósitos
  • Pagamentos de contas
  • Pagamento por QR Code
  • Emissão de CCB
  • Split de Pagamentos


A solução ideal para impulsionar o seu negócio

Saiba Mais

Este é um parágrafo. Escrever em parágrafos permite que os visitantes encontrem o que estão procurando de forma rápida e fácil.

Este é um parágrafo. Escrever em parágrafos permite que os visitantes encontrem o que estão procurando de forma rápida e fácil.

Saiba Mais

Varejo

Oferecemos soluções que capacitam varejistas a impulsionar inovação e otimizar operações, abrangendo áreas como pagamento a fornecedores, contas a receber e processamento de meios de pagamento.

Fundos

Contas digitais e Escrow são essenciais para a gestão financeira eficaz de FIDCs e securitizadoras. Elas otimizam operações, reduzem custos e proporcionam segurança nas transações financeiras.

SubAdquirentes

Oferecer contas digitais aos comerciantes não é apenas uma inovação, mas também uma vantagem competitiva. Simplifique suas operações financeiras, atraia e retenha clientes e esteja à frente do mercado.

Saiba Mais

Este é um parágrafo. Escrever em parágrafos permite que os visitantes encontrem o que estão procurando de forma rápida e fácil.

Este é um parágrafo. Escrever em parágrafos permite que os visitantes encontrem o que estão procurando de forma rápida e fácil.

Saiba Mais

e-Commerce

Integrar APIs de PIX e pagamentos impulsiona e-commerces, permitindo pagamentos instantâneos, redução da inadimplência e alcance de um público mais amplo, melhora o controle financeiro e a experiência do cliente.

ERP

Aprimore seu ERP ao automatizar processos contábeis, fornecendo acesso em tempo real as informações financeiras e melhorando a eficiência operacional e as decisões estratégicas.

StartUps

O uso de APIs de BaaS permite que startups economizem tempo e recursos, lancem produtos mais rapidamente, garantam segurança e escalabilidade e foquem na inovação e no crescimento.

Ofereça cartões pré-pago com a sua marca!


Compras

Compras online e presencial na função crédito pré-pago do cartão físico ou virtual.

Saque

Saque na rede 24 horas, a maior rede de saques do Brasil.

Aplicativo

Gerenciamento dos cartões através da conta digital.

 

Sua marca

Tenha cartão personalizado com a sua identidade visual.  

Mais Informações

Por Roberto Matos 11 de fevereiro de 2026
O e-commerce não é mais um canal paralelo de vendas. Em 2024 ele movimentou mais de R$ 200 bilhões e segue em trajetória de crescimento, de acordo com estudos, dentro dessa engrenagem, os marketplaces são protagonistas há anos, concentrando a maior parte do faturamento do comércio eletrônico nacional. Quando um canal representa essa fatia do varejo digital, ele naturalmente passa a ser prioridade na agenda regulatória do Banco Central. É justamente isso que está acontecendo agora. As normas estão mudando silenciosamente o jeito de operar de muitos marketplaces. E a pergunta que precisa ser feita é simples, embora desconfortável. O seu fluxo financeiro está realmente dentro das regras atuais? Durante muitos anos, o modelo mais comum foi o seguinte. O cliente paga a compra em cartão ou outro meio de pagamento. O dinheiro entra em uma conta bancária ou conta de pagamento em nome do próprio marketplace. Só depois de um tempo, e geralmente a partir de conciliações internas, o valor é repassado aos lojistas vendedores. Na prática, esse dinheiro ficava em uma espécie de conta de trânsito, em nome da plataforma, misturando recursos da empresa com recursos de terceiros. Já em resoluções anteriores sobre a atuação de subcredenciadores, o BC sinalizava que quem intermedia pagamentos presta um serviço financeiro e deve seguir regras próprias do sistema de pagamentos, inclusive de liquidação centralizada e identificação clara de quem é o verdadeiro destinatário dos recursos. Nos últimos anos, o BC e a Receita Federal intensificaram o combate a estruturas que dificultam a rastreabilidade do dinheiro, como contas usadas para concentrar recursos de vários clientes em nome de uma única empresa. A discussão em torno das chamadas contas bolsão ilustra bem esse movimento. Esses instrumentos passaram a ser associados a maior risco de lavagem de dinheiro e de confusão patrimonial, levando a medidas para seu encerramento e para o reforço de critérios de monitoramento e encerramento compulsório de contas irregulares. Na prática, o recado é claro. Fica cada vez mais arriscado para um marketplace receber o dinheiro dos compradores em contas próprias para depois repassar os valores aos lojistas. Ao mesmo tempo, o ambiente de pagamentos também ficou mais transparente sob a ótica fiscal. A Receita Federal passou a exigir o reporte detalhado de transações digitais, inclusive operações via pagamento instantâneo e cartões, acima de determinados valores mensais, tanto para quem paga quanto para quem recebe. A mensagem central da regulação é que quem vende deve receber diretamente, em conta própria, em instituição regulada. O fluxo na visão do BC é: cliente final paga, instituição prestadora regulada liquida e distribui os valores, vendedores recebem em contas individualizadas, com total rastreabilidade, enquanto a plataforma fica com a sua comissão de forma transparente, também via fluxo automatizado. O que sai de cena é o modelo em que o dinheiro entra primeiro em uma conta concentradora em nome do marketplace, mistura recursos de diversos vendedores e só depois é repartido com base em planilhas ou controles internos. O problema é que muitos marketplaces cresceram justamente apoiados em estruturas caseiras. Contas em nome da empresa que recebem tudo, conciliação manual, repasses programados, gestão de risco pouco automatizada. Quando o setor era menos regulado, esse improviso passava. Hoje, com comércio eletrônico crescendo a tolerância para improviso é praticamente nula. É aqui que entra o papel da Pagme. A Pagme atua como instituição prestadora regulada e oferece uma infraestrutura financeira com licença própria, construída para suportar modelos como marketplaces e plataformas com múltiplos recebedores. O cliente final paga e o valor entra diretamente na estrutura da instituição prestadora, já preparado para ser distribuído entre os diferentes recebedores. As comissões da plataforma, tarifas e regras de split são parametrizadas na própria infraestrutura da Pagme. E isso resolve duas dores de uma vez. Você cuida da experiência, da audiência e da estratégia comercial, enquanto a Pagme cuida das obrigações típicas de uma instituição financeira ou de pagamento perante os órgãos reguladores. Essa separação de papéis é exatamente o que a regulação recente espera do setor. Outro ponto importante é que a estrutura de liquidação integrada evita que o marketplace fique exposto à acusação de reter recursos indevidamente. E do ponto de vista de crescimento, a conta fecha ainda mais. Se o seu marketplace quer atrair investidores, entrar em rodadas de capital ou negociar parcerias estratégicas, os fundos e investidores institucionais olham para a aderência às normas do BC como um pré-requisito para qualquer conversa séria. Ter uma operação estruturada em parceria com uma plataforma como a Pagme sinaliza que o negócio está pronto para escalar sem risco jurídico oculto por trás do fluxo de pagamentos. Como saber se você precisa rever sua operação Alguns sinais são quase certeiros. Se hoje o dinheiro das vendas entra em uma conta bancária em nome do CNPJ da sua plataforma e só depois é repassado aos lojistas, se os repasses dependem de conciliações feitas em planilhas ou em sistemas que não conversam diretamente com arranjos de pagamento, ou se a sua equipe precisa inventar soluções para simular contas para terceiros dentro da sua própria conta, é muito provável que a estrutura atual esteja na zona de risco da nova regulação. Ao migrar para a infraestrutura da Pagme, o desenho muda. Todo o fluxo é registrável, auditável e compatível com as exigências de monitoramento de operações digitais que vêm sendo reforçadas pela Receita Federal e pelo Banco Central. Se o seu marketplace ainda opera recebendo tudo na própria conta para depois repassar, você está carregando um risco desnecessário em um ambiente regulatório cada vez mais rigoroso. Mas se você decide estruturar sua operação com uma parceira como a Pagme, a regulação vira ativo de confiança.  Se você quer entender na prática se o fluxo financeiro do seu marketplace está aderente às novas regras e como a Pagme pode redesenhar essa jornada com segurança e escala, entre em contato com a nossa equipe e descubra como transformar a conformidade regulatória em vantagem competitiva para o seu negócio.
Por Roberto Matos 28 de janeiro de 2026
Você pode ter tudo certo na sua operação financeira digital. Infraestrutura robusta, experiência do cliente impecável, conformidade regulatória em dia. Mas uma única palavra no nome da sua marca pode colocar tudo isso em risco. E não estamos falando de um erro técnico, mas sim de um deslize de marketing: usar o termo “banco” indevidamente. Com a nova regulação do Banco Central, a escolha das palavras na apresentação comercial do seu serviço deixou de ser apenas uma questão de branding e passou a ser um tema jurídico. Sim, existe agora uma “palavra proibida” na sua operação, e usá-la sem licença pode ser o erro mais caro da sua história. De acordo com o Banco Central, apenas instituições devidamente autorizadas a funcionar como bancos podem utilizar expressões como “banco”, “bancário”, “instituição financeira” ou quaisquer outras que induzam o consumidor a crer que está lidando diretamente com uma entidade do Sistema Financeiro Nacional. Isso inclui não apenas o nome da empresa, mas também domínio de site, materiais publicitários, aplicativos e redes sociais. O uso indevido pode gerar desde advertências e multas até a suspensão da operação. Na prática, isso significa que chamar seu produto de “banco” sem ter a licença formal de uma instituição bancária configura infração. E o impacto vai além do jurídico. Além de colocar a operação em risco, pode gerar desconfiança no mercado, afastar investidores e inviabilizar o crescimento do negócio. O caminho seguro está na clareza e no posicionamento adequado. É aqui que entra o modelo White Label com infraestrutura regulada como a da Pagme. Ao operar com a Pagme, sua empresa conta com uma Instituição Prestadora oficialmente autorizada pelo BC. A infraestrutura é completa e cobre todos os requisitos legais, operacionais e tecnológicos. Isso permite que você ofereça serviços como PIX, contas digitais e gestão financeira com a sua marca, mas sem a necessidade de se apresentar como um banco.  O segredo está em construir autoridade e credibilidade sem correr riscos desnecessários. Em um mercado cada vez mais rigoroso, quem domina os detalhes da regulação sai na frente. Se a sua marca quer entrar no setor financeiro com segurança e inteligência, fale com quem entende do assunto.
Por Roberto Matos 14 de janeiro de 2026
Durante anos, o modelo de Banking as a Service operou em zonas de pouca clareza regulatória, deixando muitas empresas inseguras sobre os riscos envolvidos em oferecer serviços financeiros com marca própria. Agora, com as atualizações recentes do Banco Central do Brasil, o cenário mudou radicalmente. A formalização da estrutura BaaS, impulsionada pela Resolução Conjunta nº 6 e pela regulamentação da relação Prestadora-Tomadora, consolida esse mercado como parte do sistema financeiro oficial. E isso muda tudo: o que antes era uma aposta ousada, agora é um ativo estratégico de confiança. O impacto imediato dessa transformação está na percepção de segurança. Ter um banco digital operando sob a infraestrutura de uma Instituição Prestadora licenciada como a Pagme passa a ser sinônimo de operação regularizada, com fluxos financeiros rastreáveis, controles sólidos de PLD/FT, KYC e segurança cibernética em conformidade com os padrões exigidos pelo BC. Isso elimina a insegurança jurídica que travava decisões de expansão, captação ou parcerias comerciais mais robustas. Com a nova regulação, empresas que já atuam com a Pagme podem demonstrar aos clientes, parceiros e investidores que fazem parte de um ecossistema financeiro auditável, regulamentado e confiável.  Um banco digital White Label, quando estruturado dentro dos parâmetros regulatórios, se torna mais do que uma ferramenta de relacionamento com o cliente. Ele passa a ser um ativo de credibilidade, que gera receita recorrente e abre portas para negociações estratégicas. Investidores passam a ver esse tipo de negócio com mais seriedade, justamente porque há uma estrutura regulatória clara, que protege o fluxo financeiro e reduz drasticamente os riscos reputacionais ou jurídicos. A empresa que quiser se destacar precisa mostrar que opera com segurança, transparência e conformidade. Nesse cenário, a Pagme se posiciona como parceira estratégica para transformar sua operação financeira em um ativo legítimo, pronto para escalar. Se a sua empresa quer crescer com confiança, operar com conformidade e atrair parceiros estratégicos, entre em contato. A Pagme entrega a base regulatória, tecnológica e operacional para transformar o seu banco digital em um verdadeiro ativo de mercado.
Por Roberto Matos 17 de dezembro de 2025
O setor financeiro vive um novo ciclo de exigência regulatória. Com a intensificação do escrutínio do Banco Central em 2025, tornou-se cada vez mais difícil e custoso abrir ou manter uma instituição de pagamentos com licença própria. A burocracia, os riscos regulatórios e a necessidade de estruturas robustas de PLD/FT, KYC e segurança cibernética elevam as barreiras de entrada, travando o sonho de muitas empresas que desejam criar sua própria operação financeira. Nesse cenário, o modelo White Label surge como a resposta mais inteligente e imediata para quem quer escalar, sem se perder na complexidade. A Pagme entrega essa solução com clareza: por meio da sua estrutura de Banking as a Service, oferece às empresas a possibilidade de fintechização com marca própria, usando sua licença como Instituição Prestadora, já validada, auditada e em conformidade com todas as exigências regulatórias. Isso elimina o risco da licença própria, um processo cada vez mais rígido, demorado e incerto, especialmente com a crescente resistência do regulador em aceitar novos entrantes no sistema. Além da segurança jurídica, a Pagme conduz todo o processo de due diligence exigido atualmente para iniciar uma operação sob o modelo de tomador e prestador. Isso significa que o cliente passa por uma verificação criteriosa, mas com suporte completo, evitando erros que poderiam barrar o projeto antes mesmo de começar. Enquanto a Pagme cuida de toda a complexidade regulatória (PLD, KYC, APIs, compliance, segurança, relatórios ao BC), a empresa contratante concentra seus esforços onde realmente importa: no negócio. Isso quer dizer que cerca de 80% da energia pode ser direcionada para o core business, interface do usuário, marketing e experiência do cliente, enquanto os 20% de maior risco ficam sob nossa responsabilidade. Em um momento em que o BC exige clareza total nas operações, o White Label da Pagme oferece mais do que tecnologia. Ele entrega estabilidade, conformidade, rastreabilidade e velocidade para que a empresa tenha seu banco digital em funcionamento, sem carregar o peso de uma licença própria.  Se a sua empresa quer entrar no setor financeiro sem dor de cabeça, entre em contato e descubra como a Pagme pode ser sua parceira na construção de um banco digital forte, seguro e 100% regular.
Por Roberto Matos 9 de dezembro de 2025
Nos últimos meses o Banco Central do Brasil endureceu a regulação contra o uso de “contas‑bolsão” ou “conta‑trânsito”, estruturas que empresas ou fintechs usavam para receber recursos em nome próprio e depois repassarem a terceiros. Essas contas permitiam que a empresa tomadora operasse os pagamentos pelo seu próprio CNPJ, criando um fluxo opaco de recursos e dificultando a rastreabilidade. A partir das novas normas publicadas em 2025, com a Resolução BCB 518 e a Resolução CMN 5.261, esse tipo de arranjo deixa de ser permitido. A mudança significa que qualquer entidade autorizada que mantenha contas de pagamento ou depósito não pode mais operar serviços de pagamentos em nome de terceiros com recursos centralizados. A consequência imediata é que empresas que operavam com “conta‑trânsito” precisam migrar para estruturas que garantam segregação de contas entre clientes e empresa. Caso contrário, correm risco de ter a conta encerrada compulsoriamente. Para um varejista ou prestador de serviços que considerava operar transações financeiras, isso representa risco regulatório, imagem e compliance. Manter um fluxo financeiro irregular pode comprometer a operação, gerar bloqueios e até suspender serviços. Nesse contexto, ter uma parceira que oferece conformidade desde o início é um diferencial estratégico. A Pagme foi construída justamente para resolver esse desafio. Como plataforma de Banking as a Service (BaaS), a Pagme entrega a infraestrutura necessária para operar um banco digital próprio da sua marca, com todas as garantias regulatórias, de compliance e segregação de recursos exigidas pelo BCB. Na prática, com a Pagme você não precisa se preocupar com licenças, estrutura de contas, segregação patrimonial ou adequação regulatória. A empresa opera por meio da licença da Pagme. Isso resolve o problema de “conta‑trânsito” e garante que seu negócio esteja legal desde o primeiro dia. Além disso, com a infraestrutura pronta da Pagme, você oferece aos seus clientes conta digital, PIX, pagamentos e serviços financeiros com sua marca, sem correr riscos de compliance ou necessidade de estrutura interna pesada.  Se você quer evitar dores de cabeça com regulamentação, garantir transparência financeira e transformar sua marca em um banco digital seguro e regular, entre em contato com a Pagme e certifique‑se de operar com conformidade e confiança.
Por Roberto Matos 19 de novembro de 2025
O varejo vive um divisor de águas. O consumidor moderno não busca apenas produtos, mas uma jornada de compra fluida, conveniente e completa. Nesse novo cenário, a capacidade de integrar serviços financeiros ao seu core businessdeixou de ser uma tendência futurista para se tornar o motor de crescimento e fidelização mais poderoso do mercado. Estudos recentes da Deloitte apontam que a expansão da oferta de serviços financeiros em setores como o varejo pode gerar receitas adicionais de bilhões de reais nos próximos anos. A pergunta não é se você deve incorporar serviços financeiros, mas sim como fazer isso de forma rápida, segura e regulamentada. A resposta está na Pagme, a sua ponte para se tornar o próximo grande player financeiro do seu nicho. Incorporar serviços financeiros no varejo significa ir além de aceitar múltiplas formas de pagamento, como Pix ou cartão. Trata-se de oferecer, dentro do seu próprio ecossistema, seja sua loja física, e-commerce ou aplicativo, soluções bancárias completas que resolvem as dores do seu cliente e de seus fornecedores. Pense na conveniência de um cliente poder solicitar um crediário próprio, contratar um seguro para o produto que acabou de comprar ou gerenciar suas finanças diárias por meio de uma Conta Digital com a sua marca. Para a sua empresa, isso se traduz em múltiplas fontes de receita: taxas de intercâmbio, juros sobre crédito, taxas de serviço e a monetização de transações que já ocorrem. Você não está apenas vendendo um produto; está vendendo um serviço financeiro de valor agregado, aumentando a margem e criando uma barreira de retenção poderosa contra a concorrência.  O desafio sempre foi a complexidade regulatória e o alto investimento em tecnologia. É aqui que a Pagme transforma o impossível em imediato. Somos a plataforma de Banking as a Service (BaaS) que permite que qualquer varejista ofereça uma solução bancária completa, pronta para uso e totalmente aderente às exigências do Banco Central. Nossa solução white label ainda te permite colocar a sua identidade visual em toda a plataforma. Com a Pagme, você entrega Conta Digital, Conta Escrow, Pix Indireto, emissão de boletos, transferências (TED), saques, depósitos e até emissão de CCB, tudo isso com conformidade regulatória e com a sua marca. A tecnologia é o futuro das finanças e a Pagme é a facilitadora que garante que sua empresa não fique para trás, transformando-a em uma fintech poderosa e rentável sem desviar o foco do que você faz de melhor: vender.
Por Roberto Matos 5 de novembro de 2025
Empresas de todos os segmentos já perceberam que não basta vender produtos ou serviços: é preciso oferecer experiências completas e gerar novas receitas onde antes havia apenas custo. Nesse contexto, o modelo de Crédito como Serviço, ou CaaS (Credit as a Service), surge como uma verdadeira virada de chave, permitindo que negócios que não são bancos ofereçam crédito aos seus clientes sob a própria marca, integrando tudo via plataforma financeira. No Brasil, onde o crédito ampliado para empresas chegou a cerca de R$ 5,9 trilhões em 2024 e cresce em torno de 9 % em 2025, o CaaS deixa de ser um conceito curioso e se torna uma fonte concreta de monetização. Para a empresa que já possui uma base de clientes leal, dados e comportamento de compra bem mapeados, oferecer crédito direto é uma das maneiras mais eficientes de aumentar ticket médio, retenção e recorrência. No entanto, muitas vezes o empresário para diante da complexidade: licenças bancárias, equipe, desenvolvimento de software, integração de APIs, compliance, análise de risco, cobrança, inadimplência. É aí que o modelo da Pagme entra como solução estratégica. Nossa proposta não exige que você se torne um banco, mas que você use nossa infraestrutura de Banking as a Service para ativar crédito de forma rápida, segura e com a sua marca por trás. Com a Pagme você pode decidir hoje: quero oferecer crédito personalizado aos meus clientes, seja uma linha de “compre agora, pague depois”, antecipação de pagamentos ou microcrédito para fidelizar, e nós cuidamos da tecnologia, da licença, da segurança e da operação. Enquanto isso, sua empresa permanece focada no core business, no relacionamento com o cliente e no crescimento. Esse movimento transforma a percepção da marca: deixa de ser apenas um vendedor de produtos para se tornar um parceiro financeiro do cliente, o que gera autoridade, diferencial competitivo e mais receita. O valor desse modelo já é visto em estudos que apontam que o setor de crédito entre fintechs e empresas digitais cresceu mais de 400 % entre 2017 e 2023 na América Latina, marcando o crédito como um dos segmentos mais relevantes no ecossistema financeiro. Para sua empresa, isso significa que a tendência favorece quem atua de forma ágil e com tecnologia embutida. Personalização, agilidade e controle de risco são elementos centrais. Ao escolher a Pagme para ativar CaaS, você está se conectando a uma plataforma modular que já inclui análise de risco, integração de dados, gestão de contratos, cobrança e monitoramento, permitindo que você lance crédito sob sua marca e com sua estratégia de valor. Aumentar o faturamento não significa necessariamente vender mais produtos; significa oferecer serviços financeiros que complementam o relacionamento com seu cliente e geram nova receita ativa.  Se você está pronto para transformar sua marca, monetizar sua base de clientes e ativar crédito com segurança e agilidade, entre em contato com a equipe da Pagme. Sua nova fonte de receita está ao alcance.
Por Roberto Matos 29 de outubro de 2025
Para quem olha de fora, um banco digital parece apenas um aplicativo moderno com algumas funções financeiras na palma da mão. Mas por trás da simplicidade da interface, existe um mundo altamente complexo de códigos, integrações, segurança e performance, e é exatamente aí que está o segredo para destravar o faturamento de muitas empresas. O que faz a Pagme se destacar é justamente esse bastidor invisível, construído por engenheiros altamente capacitados que mantêm a operação funcionando de forma fluida, rápida e segura, mesmo diante das mais altas demandas. No modelo white label da Pagme, o cliente final acessa um banco digital com a identidade da sua marca. Mas a estrutura que sustenta toda a operação é 100% desenvolvida e gerenciada pela nossa equipe técnica, que atua com foco em estabilidade, atualização constante e compliance total com as normas do Banco Central. Isso significa que o empreendedor que escolhe a Pagme não precisa contratar desenvolvedores, arquitetar infraestrutura de nuvem, lidar com protocolos de segurança ou cuidar de atualizações regulatórias. Toda essa complexidade já vem embarcada na nossa tecnologia. O backend da Pagme é construído em uma arquitetura modular e escalável, preparada para atender desde operações menores até grandes volumes transacionais, sem perder velocidade ou comprometer a segurança. Isso é essencial para empresas que desejam crescer e escalar seus serviços financeiros sem gargalos. Nossa plataforma oferece integração com diversos serviços como PIX, contas digitais e cartões pré-pagos. Mas mais do que apenas performance técnica, o que torna o backend da Pagme um verdadeiro motor de crescimento para nossos clientes é a possibilidade de operar com inteligência. Com os dados organizados, dashboards intuitivos e uma base segura, sua empresa passa a ter total controle sobre os fluxos financeiros, além de abrir espaço para novas estratégias de monetização. É o tipo de código que transforma a operação, melhora a experiência do cliente e, sobretudo, impacta diretamente no faturamento. Empresas que já operam com seu próprio banco digital com a Pagme sabem que não estão apenas oferecendo um serviço a mais. Estão criando um novo canal de relacionamento e fidelização com seus clientes, ampliando suas margens e ganhando autonomia. Ao mesmo tempo, contam com um time que cuida dos bastidores para garantir que tudo funcione com precisão, da primeira transação do dia até os relatórios de fechamento do mês. No fim das contas, existe sim um código que destrava o faturamento do seu negócio. Mas ele não está em uma fórmula mágica ou atalho improvisado. Está em uma tecnologia robusta, segura e pensada para escalar. Se você quer colocar sua marca no centro da nova economia digital, entre em contato com nosso time. Nós cuidamos do código, da segurança e da operação. Você foca em crescer.
Por Roberto Matos 15 de outubro de 2025
A saúde de qualquer negócio é medida pela força de seu fluxo de caixa. Não se trata apenas de faturar, mas de ter o dinheiro certo, no momento certo, para pagar despesas, investir e crescer. Em um mercado de alta velocidade, depender de processos manuais e sistemas bancários tradicionais é como tentar vencer uma corrida de Fórmula 1 usando um carro popular: a desvantagem é fatal. A chave para a prosperidade duradoura reside na capacidade de automatizar e integrar sua gestão financeira, transformando a complexidade em eficiência. É nesse ponto que a Pagme se apresenta como a solução definitiva, entregando a você o poder de um banco digital white label para blindar seu caixa. A primeira dica fundamental é transformar a gestão de recebíveis. Muitas empresas, especialmente no atacado e varejo, perdem fôlego esperando longos prazos de compensação ou lidando com a inadimplência, vendo o capital de giro evaporar. A solução da Pagme ataca este problema em sua raiz, oferecendo uma plataforma completa de serviços de pagamento. Através dela, você pode oferecer Pix Indireto e transferências instantâneas, eliminando a espera. Mais do que isso, ao integrar a Conta Digital Pagme, você centraliza todos os recebimentos, em uma única infraestrutura, garantindo que o dinheiro das suas vendas chegue ao seu caixa de forma rápida, segura e com conciliação automática. Isso otimiza os dias de vendas pendentes, um indicador crítico que a automação da Pagme reduz drasticamente, convertendo vendas em liquidez real de forma instantânea. A segunda estratégia é a automação inteligente de contas a pagar sincronizada com seu ERP. O erro humano e a lentidão nos processos de pagamento de contas e fornecedores são drenos silenciosos de caixa. Ao invés de uma equipe dedicada a lançamentos manuais, a Pagme capacita sua empresa a integrar todo o sistema financeiro via Banking as a Service, diretamente com seu ERP. Isso significa que a emissão de TEDs, o pagamento de contas e o gerenciamento de saldos e extratos se tornam fluxos automatizados. Para indústrias como o varejo, que lidam com múltiplos fornecedores, a funcionalidade de Split de Pagamentos da Pagme é revolucionária, garantindo que cada um receba o valor correto na hora certa. Além disso, a capacidade de emitir CCBs dentro da própria plataforma Pagme oferece uma poderosa ferramenta de gestão de crédito, proporcionando flexibilidade e controle total sobre o passivo e otimizando a tomada de decisão baseada em dados em tempo real, um benefício que apenas a tecnologia BaaS de ponta pode oferecer. Por fim, a terceira dica de ouro é ganhar vantagem competitiva. Adotar a solução white label da Pagme permite que sua empresa se torne um verdadeiro banco digital para seu ecossistema, clientes e fornecedores, sem precisar de uma licença bancária complexa. Isso não só agrega valor e fideliza seu público ao oferecer uma Conta Digital própria, mas também significa que você está sempre um passo à frente. E ter a Pagme como parceira garante que toda sua operação está em total conformidade e segurança, desde a Conta Escrow até as operações de saques e depósitos. Essa conformidade, somada ao suporte técnico e consultoria especializada que a Pagme oferece, minimiza riscos, protegendo o seu caixa de multas e interrupções, e permitindo que você concentre sua energia no crescimento. A tecnologia é o catalisador do futuro financeiro, e a Pagme é a sua plataforma para um fluxo de caixa robusto e inabalável. Quer otimizar seu fluxo de caixa e turbinar seus lucros? Vem com a Pagme.
Por Roberto Matos 25 de setembro de 2025
Para a Pagme, banking as a service não é apenas uma tecnologia de integração. É um modelo completo que transforma empresas em protagonistas do sistema financeiro, com total segurança, suporte dedicado e identidade própria. Ao contrário de soluções fragmentadas que oferecem apenas partes da operação, a Pagme entrega um ecossistema funcional e personalizado que permite que sua empresa atue como um banco digital de verdade, com autonomia e agilidade. O conceito de BaaS vem se popularizando à medida que empresas de diferentes segmentos percebem a oportunidade de oferecer serviços financeiros com a sua marca, criando novas fontes de receita e fidelizando ainda mais seus clientes. No entanto, o que diferencia a proposta da Pagme é o entendimento de que oferecer uma solução de BaaS vai muito além de disponibilizar APIs ou um aplicativo genérico. Trata-se de oferecer toda a estrutura regulatória, tecnológica e estratégica para que o negócio do cliente funcione com estabilidade, conformidade e crescimento. A personalização é um dos pilares centrais da nossa solução e ela não exige conhecimento técnico prévio nem equipe de desenvolvimento. A Pagme cuida de toda a implantação, operação e atualização do sistema, enquanto você foca no seu negócio. Além disso, o suporte contínuo e consultivo é parte do nosso compromisso. Diferente de modelos que colocam a tecnologia na frente da experiência, acreditamos que o sucesso do cliente está diretamente ligado ao acompanhamento próximo e à clareza em cada etapa do processo. Isso inclui suporte, regulatório e técnico, tudo em um único pacote. A segurança também é uma prioridade absoluta. Atuamos com todas as exigências do Banco Central, cumprimos normas de prevenção à lavagem de dinheiro, conhecemos as exigências do mercado financeiro e protegemos os dados dos seus clientes com sistemas de ponta. Em um cenário de digitalização acelerada, confiar a infraestrutura financeira da sua marca a uma empresa sem compromisso com a conformidade pode ser um risco alto demais. Por isso, a Pagme não é apenas fornecedora, mas parceira. Para muitas empresas, como varejistas, plataformas digitais e prestadores de serviço, o BaaS tem sido a porta de entrada para um novo patamar de rentabilidade e protagonismo. Não se trata apenas de agregar valor ao cliente final, mas de transformar a própria lógica do negócio. O banco digital deixa de ser uma ideia distante e se torna um motor de crescimento real e mensurável. BaaS, para a Pagme, é entregar tudo o que você precisa para operar como banco com a sua marca. Se você está pronto para dar esse passo com segurança e simplicidade, entre em contato com nosso time.
Mostre mais...
CONTATE-NOS
contato@pagme.app
Rua Cônego Thomaz Fontes, 145, sala 1702, 
bairro Centro, Itajaí/SC, CEP 88301-100
Fone Comercial: +55 51 2042-0523

OUVIDORIA

ouvidoria@pagme.app

0800 810 8702 

Contato Ouvidoria

SIGA-NOS