A nova regra do BC e o fim da “Conta trânsito”

Roberto Matos • 9 de dezembro de 2025

Nos últimos meses o Banco Central do Brasil endureceu a regulação contra o uso de “contas‑bolsão” ou “conta‑trânsito”, estruturas que empresas ou fintechs usavam para receber recursos em nome próprio e depois repassarem a terceiros.


Essas contas permitiam que a empresa tomadora operasse os pagamentos pelo seu próprio CNPJ, criando um fluxo opaco de recursos e dificultando a rastreabilidade. A partir das novas normas publicadas em 2025, com a Resolução BCB 518 e a Resolução CMN 5.261, esse tipo de arranjo deixa de ser permitido.


A mudança significa que qualquer entidade autorizada que mantenha contas de pagamento ou depósito não pode mais operar serviços de pagamentos em nome de terceiros com recursos centralizados. A consequência imediata é que empresas que operavam com “conta‑trânsito” precisam migrar para estruturas que garantam segregação de contas entre clientes e empresa. Caso contrário, correm risco de ter a conta encerrada compulsoriamente.


Para um varejista ou prestador de serviços que considerava operar transações financeiras, isso representa risco regulatório, imagem e compliance. Manter um fluxo financeiro irregular pode comprometer a operação, gerar bloqueios e até suspender serviços. Nesse contexto, ter uma parceira que oferece conformidade desde o início é um diferencial estratégico.


A Pagme foi construída justamente para resolver esse desafio. Como plataforma de Banking as a Service (BaaS), a Pagme entrega a infraestrutura necessária para operar um banco digital próprio da sua marca, com todas as garantias regulatórias, de compliance e segregação de recursos exigidas pelo BCB.


Na prática, com a Pagme você não precisa se preocupar com licenças, estrutura de contas, segregação patrimonial ou adequação regulatória. A empresa opera por meio da licença da Pagme. Isso resolve o problema de “conta‑trânsito” e garante que seu negócio esteja legal desde o primeiro dia.


Além disso, com a infraestrutura pronta da Pagme, você oferece aos seus clientes conta digital, PIX, pagamentos e serviços financeiros com sua marca, sem correr riscos de compliance ou necessidade de estrutura interna pesada.



Se você quer evitar dores de cabeça com regulamentação, garantir transparência financeira e transformar sua marca em um banco digital seguro e regular, entre em contato com a Pagme e certifique‑se de operar com conformidade e confiança.

Por Roberto Matos 28 de janeiro de 2026
Você pode ter tudo certo na sua operação financeira digital. Infraestrutura robusta, experiência do cliente impecável, conformidade regulatória em dia. Mas uma única palavra no nome da sua marca pode colocar tudo isso em risco. E não estamos falando de um erro técnico, mas sim de um deslize de marketing: usar o termo “banco” indevidamente. Com a nova regulação do Banco Central, a escolha das palavras na apresentação comercial do seu serviço deixou de ser apenas uma questão de branding e passou a ser um tema jurídico. Sim, existe agora uma “palavra proibida” na sua operação, e usá-la sem licença pode ser o erro mais caro da sua história. De acordo com o Banco Central, apenas instituições devidamente autorizadas a funcionar como bancos podem utilizar expressões como “banco”, “bancário”, “instituição financeira” ou quaisquer outras que induzam o consumidor a crer que está lidando diretamente com uma entidade do Sistema Financeiro Nacional. Isso inclui não apenas o nome da empresa, mas também domínio de site, materiais publicitários, aplicativos e redes sociais. O uso indevido pode gerar desde advertências e multas até a suspensão da operação. Na prática, isso significa que chamar seu produto de “banco” sem ter a licença formal de uma instituição bancária configura infração. E o impacto vai além do jurídico. Além de colocar a operação em risco, pode gerar desconfiança no mercado, afastar investidores e inviabilizar o crescimento do negócio. O caminho seguro está na clareza e no posicionamento adequado. É aqui que entra o modelo White Label com infraestrutura regulada como a da Pagme. Ao operar com a Pagme, sua empresa conta com uma Instituição Prestadora oficialmente autorizada pelo BC. A infraestrutura é completa e cobre todos os requisitos legais, operacionais e tecnológicos. Isso permite que você ofereça serviços como PIX, contas digitais e gestão financeira com a sua marca, mas sem a necessidade de se apresentar como um banco.  O segredo está em construir autoridade e credibilidade sem correr riscos desnecessários. Em um mercado cada vez mais rigoroso, quem domina os detalhes da regulação sai na frente. Se a sua marca quer entrar no setor financeiro com segurança e inteligência, fale com quem entende do assunto.
Por Roberto Matos 14 de janeiro de 2026
Durante anos, o modelo de Banking as a Service operou em zonas de pouca clareza regulatória, deixando muitas empresas inseguras sobre os riscos envolvidos em oferecer serviços financeiros com marca própria. Agora, com as atualizações recentes do Banco Central do Brasil, o cenário mudou radicalmente. A formalização da estrutura BaaS, impulsionada pela Resolução Conjunta nº 6 e pela regulamentação da relação Prestadora-Tomadora, consolida esse mercado como parte do sistema financeiro oficial. E isso muda tudo: o que antes era uma aposta ousada, agora é um ativo estratégico de confiança. O impacto imediato dessa transformação está na percepção de segurança. Ter um banco digital operando sob a infraestrutura de uma Instituição Prestadora licenciada como a Pagme passa a ser sinônimo de operação regularizada, com fluxos financeiros rastreáveis, controles sólidos de PLD/FT, KYC e segurança cibernética em conformidade com os padrões exigidos pelo BC. Isso elimina a insegurança jurídica que travava decisões de expansão, captação ou parcerias comerciais mais robustas. Com a nova regulação, empresas que já atuam com a Pagme podem demonstrar aos clientes, parceiros e investidores que fazem parte de um ecossistema financeiro auditável, regulamentado e confiável.  Um banco digital White Label, quando estruturado dentro dos parâmetros regulatórios, se torna mais do que uma ferramenta de relacionamento com o cliente. Ele passa a ser um ativo de credibilidade, que gera receita recorrente e abre portas para negociações estratégicas. Investidores passam a ver esse tipo de negócio com mais seriedade, justamente porque há uma estrutura regulatória clara, que protege o fluxo financeiro e reduz drasticamente os riscos reputacionais ou jurídicos. A empresa que quiser se destacar precisa mostrar que opera com segurança, transparência e conformidade. Nesse cenário, a Pagme se posiciona como parceira estratégica para transformar sua operação financeira em um ativo legítimo, pronto para escalar. Se a sua empresa quer crescer com confiança, operar com conformidade e atrair parceiros estratégicos, entre em contato. A Pagme entrega a base regulatória, tecnológica e operacional para transformar o seu banco digital em um verdadeiro ativo de mercado.