A revolução silenciosa do varejo: como seu negócio pode virar um banco e destravar milhões em nova receita

Roberto Matos • 19 de novembro de 2025

O varejo vive um divisor de águas. O consumidor moderno não busca apenas produtos, mas uma jornada de compra fluida, conveniente e completa. Nesse novo cenário, a capacidade de integrar serviços financeiros ao seu core businessdeixou de ser uma tendência futurista para se tornar o motor de crescimento e fidelização mais poderoso do mercado. Estudos recentes da Deloitte apontam que a expansão da oferta de serviços financeiros em setores como o varejo pode gerar receitas adicionais de bilhões de reais nos próximos anos. A pergunta não é se você deve incorporar serviços financeiros, mas sim como fazer isso de forma rápida, segura e regulamentada. A resposta está na Pagme, a sua ponte para se tornar o próximo grande player financeiro do seu nicho.


Incorporar serviços financeiros no varejo significa ir além de aceitar múltiplas formas de pagamento, como Pix ou cartão. Trata-se de oferecer, dentro do seu próprio ecossistema, seja sua loja física, e-commerce ou aplicativo, soluções bancárias completas que resolvem as dores do seu cliente e de seus fornecedores. Pense na conveniência de um cliente poder solicitar um crediário próprio, contratar um seguro para o produto que acabou de comprar ou gerenciar suas finanças diárias por meio de uma Conta Digital com a sua marca. Para a sua empresa, isso se traduz em múltiplas fontes de receita: taxas de intercâmbio, juros sobre crédito, taxas de serviço e a monetização de transações que já ocorrem. Você não está apenas vendendo um produto; está vendendo um serviço financeiro de valor agregado, aumentando a margem e criando uma barreira de retenção poderosa contra a concorrência.



O desafio sempre foi a complexidade regulatória e o alto investimento em tecnologia. É aqui que a Pagme transforma o impossível em imediato. Somos a plataforma de Banking as a Service (BaaS) que permite que qualquer varejista ofereça uma solução bancária completa, pronta para uso e totalmente aderente às exigências do Banco Central. Nossa solução white label ainda te permite colocar a sua identidade visual em toda a plataforma. Com a Pagme, você entrega Conta Digital, Conta Escrow, Pix Indireto, emissão de boletos, transferências (TED), saques, depósitos e até emissão de CCB, tudo isso com conformidade regulatória e com a sua marca.


A tecnologia é o futuro das finanças e a Pagme é a facilitadora que garante que sua empresa não fique para trás, transformando-a em uma fintech poderosa e rentável sem desviar o foco do que você faz de melhor: vender.

Por Roberto Matos 14 de janeiro de 2026
Durante anos, o modelo de Banking as a Service operou em zonas de pouca clareza regulatória, deixando muitas empresas inseguras sobre os riscos envolvidos em oferecer serviços financeiros com marca própria. Agora, com as atualizações recentes do Banco Central do Brasil, o cenário mudou radicalmente. A formalização da estrutura BaaS, impulsionada pela Resolução Conjunta nº 6 e pela regulamentação da relação Prestadora-Tomadora, consolida esse mercado como parte do sistema financeiro oficial. E isso muda tudo: o que antes era uma aposta ousada, agora é um ativo estratégico de confiança. O impacto imediato dessa transformação está na percepção de segurança. Ter um banco digital operando sob a infraestrutura de uma Instituição Prestadora licenciada como a Pagme passa a ser sinônimo de operação regularizada, com fluxos financeiros rastreáveis, controles sólidos de PLD/FT, KYC e segurança cibernética em conformidade com os padrões exigidos pelo BC. Isso elimina a insegurança jurídica que travava decisões de expansão, captação ou parcerias comerciais mais robustas. Com a nova regulação, empresas que já atuam com a Pagme podem demonstrar aos clientes, parceiros e investidores que fazem parte de um ecossistema financeiro auditável, regulamentado e confiável.  Um banco digital White Label, quando estruturado dentro dos parâmetros regulatórios, se torna mais do que uma ferramenta de relacionamento com o cliente. Ele passa a ser um ativo de credibilidade, que gera receita recorrente e abre portas para negociações estratégicas. Investidores passam a ver esse tipo de negócio com mais seriedade, justamente porque há uma estrutura regulatória clara, que protege o fluxo financeiro e reduz drasticamente os riscos reputacionais ou jurídicos. A empresa que quiser se destacar precisa mostrar que opera com segurança, transparência e conformidade. Nesse cenário, a Pagme se posiciona como parceira estratégica para transformar sua operação financeira em um ativo legítimo, pronto para escalar. Se a sua empresa quer crescer com confiança, operar com conformidade e atrair parceiros estratégicos, entre em contato. A Pagme entrega a base regulatória, tecnológica e operacional para transformar o seu banco digital em um verdadeiro ativo de mercado.
Por Roberto Matos 17 de dezembro de 2025
O setor financeiro vive um novo ciclo de exigência regulatória. Com a intensificação do escrutínio do Banco Central em 2025, tornou-se cada vez mais difícil e custoso abrir ou manter uma instituição de pagamentos com licença própria. A burocracia, os riscos regulatórios e a necessidade de estruturas robustas de PLD/FT, KYC e segurança cibernética elevam as barreiras de entrada, travando o sonho de muitas empresas que desejam criar sua própria operação financeira. Nesse cenário, o modelo White Label surge como a resposta mais inteligente e imediata para quem quer escalar, sem se perder na complexidade. A Pagme entrega essa solução com clareza: por meio da sua estrutura de Banking as a Service, oferece às empresas a possibilidade de fintechização com marca própria, usando sua licença como Instituição Prestadora, já validada, auditada e em conformidade com todas as exigências regulatórias. Isso elimina o risco da licença própria, um processo cada vez mais rígido, demorado e incerto, especialmente com a crescente resistência do regulador em aceitar novos entrantes no sistema. Além da segurança jurídica, a Pagme conduz todo o processo de due diligence exigido atualmente para iniciar uma operação sob o modelo de tomador e prestador. Isso significa que o cliente passa por uma verificação criteriosa, mas com suporte completo, evitando erros que poderiam barrar o projeto antes mesmo de começar. Enquanto a Pagme cuida de toda a complexidade regulatória (PLD, KYC, APIs, compliance, segurança, relatórios ao BC), a empresa contratante concentra seus esforços onde realmente importa: no negócio. Isso quer dizer que cerca de 80% da energia pode ser direcionada para o core business, interface do usuário, marketing e experiência do cliente, enquanto os 20% de maior risco ficam sob nossa responsabilidade. Em um momento em que o BC exige clareza total nas operações, o White Label da Pagme oferece mais do que tecnologia. Ele entrega estabilidade, conformidade, rastreabilidade e velocidade para que a empresa tenha seu banco digital em funcionamento, sem carregar o peso de uma licença própria.  Se a sua empresa quer entrar no setor financeiro sem dor de cabeça, entre em contato e descubra como a Pagme pode ser sua parceira na construção de um banco digital forte, seguro e 100% regular.