Como lucrar sem precisar vender um único produto?

Roberto Matos • 9 de setembro de 2025

Empresas de sucesso entenderam que o verdadeiro valor está nos relacionamentos que constroem, e não apenas nos produtos que vendem. A base de clientes que sua marca já conquistou pode ser a fonte de um novo fluxo de receita, estável e recorrente, sem a necessidade de ampliar o estoque ou lançar novos serviços. Em vez de apenas vender, agora é possível lucrar com o que já foi construído: confiança, recorrência e conexão com seu público. Essa é a proposta que a Pagme torna realidade com sua plataforma de banking as a service, permitindo que empresas de qualquer segmento operem como um banco digital com sua própria marca.


Imagine sua empresa oferecendo aos clientes uma conta digital com a identidade do seu negócio, movimentações via PIX, emissão de boletos, cartão pré-pago, cashback personalizado e muito mais. Tudo isso sem precisar contratar um time de tecnologia, enfrentar burocracia com o Banco Central ou lidar com infraestrutura. A Pagme oferece um pacote completo, operando com sua licença e cuidando de todos os aspectos técnicos e regulatórios, enquanto você colhe os lucros de cada transação gerada por seus próprios clientes.


Esse modelo já é realidade entre grandes varejistas, empresas de mobilidade, clubes de assinatura e até redes de franquias. Ao criar um banco digital com a sua marca, você transforma cada cliente em um usuário ativo de serviços financeiros, gerando receita com tarifas, movimentações, adesão a produtos e fidelização. De acordo com dados de mercado, empresas que investem em plataformas próprias de serviços financeiros aumentam em até 38% o valor de vida útil do cliente e reduzem significativamente a rotatividade.


O melhor de tudo é que você não precisa vender mais nada para lucrar mais. Sua empresa já possui uma comunidade fiel, seja ela composta por consumidores, alunos, pacientes, parceiros ou assinantes. A Pagme permite que você monetize essa base por meio de uma plataforma segura, escalável e pronta para operar. Seu cliente continua comprando de você, mas agora também confia na sua marca para cuidar do dinheiro dele. E isso muda completamente o jogo.


O futuro dos negócios não está apenas na venda de produtos, mas na criação de ecossistemas em que a marca se torna parte do dia a dia das pessoas. Com a Pagme, sua empresa pode ampliar seu impacto, fidelizar mais e criar uma nova fonte de receita sem aumentar os custos operacionais. É a evolução natural de marcas que desejam crescer com inteligência, inovação e sem depender apenas de estoque ou margens apertadas.


Se você quer saber como transformar sua base de clientes em receita recorrente com uma solução financeira sob medida para seu negócio, entre em contato com a equipe da Pagme. Seu novo modelo de lucro pode começar agora.

Por Roberto Matos 28 de janeiro de 2026
Você pode ter tudo certo na sua operação financeira digital. Infraestrutura robusta, experiência do cliente impecável, conformidade regulatória em dia. Mas uma única palavra no nome da sua marca pode colocar tudo isso em risco. E não estamos falando de um erro técnico, mas sim de um deslize de marketing: usar o termo “banco” indevidamente. Com a nova regulação do Banco Central, a escolha das palavras na apresentação comercial do seu serviço deixou de ser apenas uma questão de branding e passou a ser um tema jurídico. Sim, existe agora uma “palavra proibida” na sua operação, e usá-la sem licença pode ser o erro mais caro da sua história. De acordo com o Banco Central, apenas instituições devidamente autorizadas a funcionar como bancos podem utilizar expressões como “banco”, “bancário”, “instituição financeira” ou quaisquer outras que induzam o consumidor a crer que está lidando diretamente com uma entidade do Sistema Financeiro Nacional. Isso inclui não apenas o nome da empresa, mas também domínio de site, materiais publicitários, aplicativos e redes sociais. O uso indevido pode gerar desde advertências e multas até a suspensão da operação. Na prática, isso significa que chamar seu produto de “banco” sem ter a licença formal de uma instituição bancária configura infração. E o impacto vai além do jurídico. Além de colocar a operação em risco, pode gerar desconfiança no mercado, afastar investidores e inviabilizar o crescimento do negócio. O caminho seguro está na clareza e no posicionamento adequado. É aqui que entra o modelo White Label com infraestrutura regulada como a da Pagme. Ao operar com a Pagme, sua empresa conta com uma Instituição Prestadora oficialmente autorizada pelo BC. A infraestrutura é completa e cobre todos os requisitos legais, operacionais e tecnológicos. Isso permite que você ofereça serviços como PIX, contas digitais e gestão financeira com a sua marca, mas sem a necessidade de se apresentar como um banco.  O segredo está em construir autoridade e credibilidade sem correr riscos desnecessários. Em um mercado cada vez mais rigoroso, quem domina os detalhes da regulação sai na frente. Se a sua marca quer entrar no setor financeiro com segurança e inteligência, fale com quem entende do assunto.
Por Roberto Matos 14 de janeiro de 2026
Durante anos, o modelo de Banking as a Service operou em zonas de pouca clareza regulatória, deixando muitas empresas inseguras sobre os riscos envolvidos em oferecer serviços financeiros com marca própria. Agora, com as atualizações recentes do Banco Central do Brasil, o cenário mudou radicalmente. A formalização da estrutura BaaS, impulsionada pela Resolução Conjunta nº 6 e pela regulamentação da relação Prestadora-Tomadora, consolida esse mercado como parte do sistema financeiro oficial. E isso muda tudo: o que antes era uma aposta ousada, agora é um ativo estratégico de confiança. O impacto imediato dessa transformação está na percepção de segurança. Ter um banco digital operando sob a infraestrutura de uma Instituição Prestadora licenciada como a Pagme passa a ser sinônimo de operação regularizada, com fluxos financeiros rastreáveis, controles sólidos de PLD/FT, KYC e segurança cibernética em conformidade com os padrões exigidos pelo BC. Isso elimina a insegurança jurídica que travava decisões de expansão, captação ou parcerias comerciais mais robustas. Com a nova regulação, empresas que já atuam com a Pagme podem demonstrar aos clientes, parceiros e investidores que fazem parte de um ecossistema financeiro auditável, regulamentado e confiável.  Um banco digital White Label, quando estruturado dentro dos parâmetros regulatórios, se torna mais do que uma ferramenta de relacionamento com o cliente. Ele passa a ser um ativo de credibilidade, que gera receita recorrente e abre portas para negociações estratégicas. Investidores passam a ver esse tipo de negócio com mais seriedade, justamente porque há uma estrutura regulatória clara, que protege o fluxo financeiro e reduz drasticamente os riscos reputacionais ou jurídicos. A empresa que quiser se destacar precisa mostrar que opera com segurança, transparência e conformidade. Nesse cenário, a Pagme se posiciona como parceira estratégica para transformar sua operação financeira em um ativo legítimo, pronto para escalar. Se a sua empresa quer crescer com confiança, operar com conformidade e atrair parceiros estratégicos, entre em contato. A Pagme entrega a base regulatória, tecnológica e operacional para transformar o seu banco digital em um verdadeiro ativo de mercado.