O que seus clientes realmente esperam da sua marca?

Roberto Matos • 27 de agosto de 2025

Em um mercado cada vez mais competitivo, o diferencial não está apenas no que você vende, mas em como você se relaciona com quem compra. O consumidor moderno espera mais do que bons produtos ou preços competitivos. Ele deseja praticidade, autonomia e conexão real com as marcas que escolhe. Segundo dados da PwC, 73% dos brasileiros consideram a experiência do cliente como fator decisivo na hora de comprar, mesmo que isso signifique pagar mais caro. Nesse cenário, oferecer soluções financeiras personalizadas sob sua marca pode ser o divisor de águas para aumentar a fidelização, o ticket médio e o valor percebido da sua empresa.

Hoje, marcas que se destacam vão além do tradicional. Elas criam ecossistemas em que o cliente encontra tudo o que precisa, inclusive serviços financeiros. Ter uma conta digital com sua marca, permitir que seu cliente pague via PIX ou receba cashback direto na sua plataforma são ações que constroem vínculo, geram recorrência e mostram que você entende o que ele espera. E o melhor: não é preciso criar uma estrutura do zero para isso.

Com a Pagme, sua empresa tem um banco digital com identidade própria. Você oferece conta digital, pagamentos via PIX, emissão de boletos, transferências, cartão pré-pago e muito mais com a sua marca estampada. Tudo isso operando com a infraestrutura e licença da Pagme, garantindo conformidade regulatória, segurança e eficiência. Não importa o nicho da sua empresa: varejo, setor educacional, tecnologia, energia ou serviços. Sua marca pode ser a protagonista na jornada financeira dos seus clientes.

A personalização na experiência bancária é uma tendência global. Segundo estudo da McKinsey, consumidores têm até quatro vezes mais chances de comprar de marcas que oferecem experiências personalizadas e relevantes. Isso significa que, ao integrar soluções financeiras diretamente ao seu ecossistema de marca, você passa a gerar mais valor para o seu cliente, enquanto amplia suas receitas com serviços financeiros.

A Pagme permite que empresas de qualquer segmento entreguem exatamente o que o cliente espera: facilidade, praticidade, inovação e identificação com a marca. Mais do que isso, cria um ambiente em que o cliente sente que a empresa está cuidando dele em todas as etapas da jornada.

Se você quer oferecer aos seus clientes uma experiência que vai além do básico e transformar sua marca em uma solução financeira completa, entre em contato com a equipe da Pagme e descubra como dar esse próximo passo com segurança, agilidade e sem complicação.

Por Roberto Matos 28 de janeiro de 2026
Você pode ter tudo certo na sua operação financeira digital. Infraestrutura robusta, experiência do cliente impecável, conformidade regulatória em dia. Mas uma única palavra no nome da sua marca pode colocar tudo isso em risco. E não estamos falando de um erro técnico, mas sim de um deslize de marketing: usar o termo “banco” indevidamente. Com a nova regulação do Banco Central, a escolha das palavras na apresentação comercial do seu serviço deixou de ser apenas uma questão de branding e passou a ser um tema jurídico. Sim, existe agora uma “palavra proibida” na sua operação, e usá-la sem licença pode ser o erro mais caro da sua história. De acordo com o Banco Central, apenas instituições devidamente autorizadas a funcionar como bancos podem utilizar expressões como “banco”, “bancário”, “instituição financeira” ou quaisquer outras que induzam o consumidor a crer que está lidando diretamente com uma entidade do Sistema Financeiro Nacional. Isso inclui não apenas o nome da empresa, mas também domínio de site, materiais publicitários, aplicativos e redes sociais. O uso indevido pode gerar desde advertências e multas até a suspensão da operação. Na prática, isso significa que chamar seu produto de “banco” sem ter a licença formal de uma instituição bancária configura infração. E o impacto vai além do jurídico. Além de colocar a operação em risco, pode gerar desconfiança no mercado, afastar investidores e inviabilizar o crescimento do negócio. O caminho seguro está na clareza e no posicionamento adequado. É aqui que entra o modelo White Label com infraestrutura regulada como a da Pagme. Ao operar com a Pagme, sua empresa conta com uma Instituição Prestadora oficialmente autorizada pelo BC. A infraestrutura é completa e cobre todos os requisitos legais, operacionais e tecnológicos. Isso permite que você ofereça serviços como PIX, contas digitais e gestão financeira com a sua marca, mas sem a necessidade de se apresentar como um banco.  O segredo está em construir autoridade e credibilidade sem correr riscos desnecessários. Em um mercado cada vez mais rigoroso, quem domina os detalhes da regulação sai na frente. Se a sua marca quer entrar no setor financeiro com segurança e inteligência, fale com quem entende do assunto.
Por Roberto Matos 14 de janeiro de 2026
Durante anos, o modelo de Banking as a Service operou em zonas de pouca clareza regulatória, deixando muitas empresas inseguras sobre os riscos envolvidos em oferecer serviços financeiros com marca própria. Agora, com as atualizações recentes do Banco Central do Brasil, o cenário mudou radicalmente. A formalização da estrutura BaaS, impulsionada pela Resolução Conjunta nº 6 e pela regulamentação da relação Prestadora-Tomadora, consolida esse mercado como parte do sistema financeiro oficial. E isso muda tudo: o que antes era uma aposta ousada, agora é um ativo estratégico de confiança. O impacto imediato dessa transformação está na percepção de segurança. Ter um banco digital operando sob a infraestrutura de uma Instituição Prestadora licenciada como a Pagme passa a ser sinônimo de operação regularizada, com fluxos financeiros rastreáveis, controles sólidos de PLD/FT, KYC e segurança cibernética em conformidade com os padrões exigidos pelo BC. Isso elimina a insegurança jurídica que travava decisões de expansão, captação ou parcerias comerciais mais robustas. Com a nova regulação, empresas que já atuam com a Pagme podem demonstrar aos clientes, parceiros e investidores que fazem parte de um ecossistema financeiro auditável, regulamentado e confiável.  Um banco digital White Label, quando estruturado dentro dos parâmetros regulatórios, se torna mais do que uma ferramenta de relacionamento com o cliente. Ele passa a ser um ativo de credibilidade, que gera receita recorrente e abre portas para negociações estratégicas. Investidores passam a ver esse tipo de negócio com mais seriedade, justamente porque há uma estrutura regulatória clara, que protege o fluxo financeiro e reduz drasticamente os riscos reputacionais ou jurídicos. A empresa que quiser se destacar precisa mostrar que opera com segurança, transparência e conformidade. Nesse cenário, a Pagme se posiciona como parceira estratégica para transformar sua operação financeira em um ativo legítimo, pronto para escalar. Se a sua empresa quer crescer com confiança, operar com conformidade e atrair parceiros estratégicos, entre em contato. A Pagme entrega a base regulatória, tecnológica e operacional para transformar o seu banco digital em um verdadeiro ativo de mercado.